back to top
24 C
Brasilia
quinta-feira, 25 junho 2026, 13:20
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoMeio ambienteMarina lamenta morte de vaqueiro em ação do Ibama no PA

Marina lamenta morte de vaqueiro em ação do Ibama no PA

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Paulo Andrade

Cobertura relacionada

Rede de Cras atende 205 mil famílias no Distrito Federal

Cras do DF atenderam 205 mil famílias em 2025, enquanto a procura por serviços sociais cresceu. Veja como funciona.

Vacina pneumo 20 chega ao SUS com proteção ampliada

Vacina pneumo 20 amplia a proteção infantil no SUS e muda o esquema de transição. Veja quem deve receber as doses.

Agências do DF oferecem 610 vagas de emprego nesta terça

Agências oferecem 610 vagas no DF nesta terça, com salários de até R$ 3 mil. Veja os cargos em destaque e como participar das seleções.

Crédito rural pode mais que triplicar colheita de alho

Crédito rural pode elevar de 360 kg para 1,2 tonelada a colheita de alho de um casal no DF. Entenda como funcionam as linhas de apoio.

PGR defende Mendonça como relator do caso Dark Horse

PGR defende que o caso Dark Horse fique com André Mendonça. Fachin decidirá a relatoria do pedido sobre o financiamento do filme. Entenda.

Opera DF chega a 5 mil cirurgias e Hran recebe obras

Opera DF já realizou 5 mil cirurgias, enquanto o Hran recebe R$ 2,2 milhões em obras. Veja os avanços e o que ainda precisa ser medido.
Publicidade

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, lamentou, na tarde desta terça-feira (16), o assassinato do vaqueiro Marcos Antônio Pereira da Cruz, classificado por ela como crime bárbaro. A vítima prestava serviço ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) durante uma operação de desintrusão na Terra Indígena Apyterewa, no Pará.

O homicídio ocorreu nas proximidades do distrito de Taboca, em São Félix do Xingu (PA). Segundo informações oficiais, a emboscada aconteceu no contexto de uma ação determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para retirada de ocupantes ilegais da área indígena.

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) reconheceu que a situação na região é preocupante, mas informou que seus servidores estão em segurança em uma das bases de apoio. As suspeitas iniciais indicam que o ataque teria sido praticado por antigos ocupantes do território, que ainda invadiriam a área para criação ilegal de gado — informação que segue sob apuração.

Em nota, Marina Silva afirmou ter recebido a notícia com profunda tristeza e ressaltou que cabe ao poder público garantir a segurança da sociedade e de quem atua na proteção do patrimônio ambiental. A ministra destacou a perda irreparável de um colaborador que, segundo ela, atuava com coragem e dedicação.

A ministra informou ainda que a Polícia Federal está empenhada nas investigações e defendeu que o caso seja rigorosamente apurado, com responsabilização dos autores. Para Marina, proteger o meio ambiente e os direitos originários não configura confronto, mas um compromisso com a vida, com a justiça socioambiental e com o futuro do país.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.