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GDF atende população de rua em 22 pontos do Plano

Publicado em:

Repórter: Paulo Andrade

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População de rua terá atendimento social em 22 áreas do Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal fará neste sábado (2) e domingo (3) uma ação de acolhimento e assistência social voltada à população em situação de rua no Plano Piloto. A operação está prevista para começar às 9h e deve passar por 22 pontos da região.

A iniciativa reúne órgãos sociais, de saúde, segurança, ordenamento urbano, limpeza pública e atendimento à cidadania. Na prática, o teste será maior que a logística: acolher pessoas vulneráveis sem transformar assistência em simples remoção de cenário urbano.

Atendimento terá participação de vários órgãos

A coordenação será da Casa Civil, com participação da Sedes-DF, SES-DF, Secretaria de Educação, Sedet-DF, SSP-DF, DF Legal, Sejus-DF, SLU, Novacap, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Conselho Tutelar.

Durante a ação, as pessoas abordadas serão encaminhadas para atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social. Além disso, equipes fizeram abordagens anteriores ao longo da semana para mapear o público e identificar demandas.

Essa etapa é decisiva. Sem escuta real, qualquer política pública corre o risco de tratar a vulnerabilidade como problema de calçada, quando o problema é de moradia, renda, saúde, documentação e proteção social.

Pertences poderão ser levados a depósito

Depois do atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas usadas nos locais. Os pertences deverão ser transportados para o endereço regular indicado pela pessoa ocupante.

Caso não haja indicação, os objetos serão levados ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420. A retirada poderá ser feita em até 60 dias, sem custo.

A regra evita descarte imediato, mas também exige execução cuidadosa. Para quem vive na rua, um cobertor, um documento ou uma sacola de roupas não são “objetos”. Muitas vezes, são o que resta entre a sobrevivência e o completo desamparo.

Veja os 22 pontos previstos para a ação

A operação deve passar pelos seguintes locais:
– Via N2, próximo à 5ª DP;
– Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB;
– EQN 309/310, atrás da Igreja Cristã Evangélica;
– Área verde entre a SQN 311 e 312, nos fundos da Capela Divina Misericórdia;
– Entre a SQN 313 e 314, nos fundos da 1ª Igreja Batista;
– EQN 315/316, Igreja Messiânica;
– SQN 316, comercial do Bloco A;
– SHCGN 716, entre os blocos G e H;
– SQN 116, entrada da quadra;
– SQN 216, ao lado do Bloco A;
– SQN 416, Bloco M;
– L3 Norte, altura da 611 e adjacências;
– Proximidades da Torre de TV;
– Torre de TV, subsolo;
– Setor Comercial Sul;
– CLS 102, Bloco A, ao lado da Drogasil;
– SCLS 412, ao lado da Drogasil;
– SCLS 413, entre os blocos C e D;
– CLS 415, Bloco D, lateral da loja 20;
– Centro POP;
– Vias W5 e W4, da 903 à 905 e da 702 à 705;
– SHIGS 706, entre os blocos I e J.

Acolhimento social precisa ir além da retirada de estruturas

A presença de tantos órgãos mostra que o governo trata a ação como uma operação intersetorial. Contudo, a resposta pública só será consistente se o encaminhamento social tiver continuidade após o fim de semana.

O ponto central não é apenas retirar estruturas do espaço público. É garantir que pessoas em situação de rua sejam atendidas com dignidade, acesso a serviços e alternativas concretas. Caso contrário, a cidade apenas muda o problema de endereço. E vulnerabilidade, como se sabe, não desaparece porque alguém recolheu a barraca.

Fontes e documentos:

Ação de acolhimento da população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana (DF Legal)
– Plano Piloto terá ação de acolhimento à população em situação de rua nesta 3ª e na 4ª (Agência Brasília)

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