Publicidade
InícioBrasíliaSociedade ativaGDF e CBF unem forças contra o racismo

GDF e CBF unem forças contra o racismo

Publicado em

Reportagem:
Paulo Andrade

Cobertura relacionada

Cheque Moradia beneficia famílias no DF

Subsídio de R$ 16 mil viabiliza entrada da casa...

Restaurantes comunitários ampliam acesso à alimentação no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a...

Ceilândia amplia atendimento do restaurante comunitário

Ceilândia Norte amplia restaurante comunitário com três refeições diárias e recebe o ponto 200 do Wi-Fi Social no DF. Joel Rodrigues/Agência Brasília

Carreta da Inclusão leva serviços gratuitos a Ceilândia

Carreta Inclusão oferece documentos, apoio jurídico e tecnologia assistiva em Ceilândia até domingo. Confira horários e documentos necessários.

Ação de acolhimento nesta sexta (04/09)

Ação em Samambaia e no Plano Piloto em 04/09 oferece acolhimento social e informa regras para guarda de pertences.

Restaurante do Riacho Fundo II fecha por três dias

Riacho Fundo II terá o restaurante comunitário fechado por três dias para ajustes na copa. Confira o período e a reabertura.
Publicidade

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta quinta-feira (28), um acordo histórico entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A parceria garante a expansão da campanha “Cartão Vermelho para o Racismo”, iniciativa que nasceu em Brasília e agora alcançará estádios de todo o país.

Graças ao protagonismo do GDF, a ação passará a integrar oficialmente as principais competições nacionais, como Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Brasileirão Feminino A1 e Copa do Brasil Feminina. Entre as medidas estão a distribuição de cartões vermelhos ao público, atos simbólicos antes das partidas, programas de letramento racial para atletas e comissões técnicas, além de ampla visibilidade em telões, painéis e materiais oficiais das competições.

“O Distrito Federal mostra, mais uma vez, que é possível unir esporte e cidadania. Essa campanha nasceu aqui e agora vai ganhar o Brasil inteiro devido à sua importância. O futebol é paixão nacional e não pode conviver com qualquer forma de discriminação”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, ressaltando o papel de liderança do GDF no combate ao racismo.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que a campanha simboliza um compromisso concreto com a igualdade racial. “O acordo com a CBF amplia a mensagem de que não existe mais espaço para o racismo no futebol e na sociedade. Agora, em cada letreiro, cada entrevista, estará presente a mensagem de respeito e de não tolerância à discriminação”, afirmou.

Segundo a Sejus-DF, o modelo já despertava interesse de outros estados e foi testado em jogos nacionais, como o clássico Remo x Paysandu, no Pará. Com a formalização do acordo, a iniciativa se torna referência para o país.

O presidente da CBF, Samir Xaud, elogiou a atuação do GDF e o alcance da campanha. “O futebol é de todos e não aceita mais esse tipo de atitude. Essa campanha é fundamental e, com o apoio do Governo do Distrito Federal, vai ganhar ainda mais força no cenário nacional”, disse.

A cerimônia ocorreu no Palácio do Buriti e contou com a presença de autoridades do GDF, dirigentes da CBF e da Federação de Futebol do Distrito Federal.

O acordo, com duração inicial de 24 meses, prevê a atuação conjunta de GDF e CBF em ações de conscientização, logística, comunicação visual e monitoramento. Brasília, que já se consolidou como referência em cidadania e políticas inclusivas, agora exporta para o Brasil um modelo de combate firme e inovador contra o racismo nos estádios.

GDF, CBF, Direitos Humanos, Igualdade Racial, Esporte, Futebol, Cidadania, Campanhas Educativas, Estádios, Brasília

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.