back to top
24 C
Brasilia
segunda-feira, 8 junho 2026, 02:09
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeNovo estudo aponta os principais fatores de risco associados ao AVC grave

Novo estudo aponta os principais fatores de risco associados ao AVC grave

Publicado em

Cobertura relacionada

Adolescentes de 12 a 17 anos já podem receber “xepa” da Pfizer no Distrito Federal

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha disse, nesta...

CBF anuncia Carlo Ancelotti como novo técnico da Seleção Brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na manhã...

Regulamentado aluguel social para mulheres vítimas de violência

Foi publicada a portaria 131/2024, que estabelece novas normas...

Bolsa Família: Caixa libera hoje a 4ª parcela do auxílio emergencial

Os beneficiários do auxílio emergencial que estão no programa...

Anvisa recebe pedido de uso emergencial de imunizante de dose única contra Covid

A Agência Nacional de Vigilância Sanitário (Anvisa) comunicou nesta...

Restaurante Comunitário do Paranoá servirá jantar a partir desta segunda (11)

A partir desta segunda-feira (11), o Restaurante Comunitário do...
Publicidade

A hipertensão arterial, o tabagismo e a fibrilação atrial estão entre os principais fatores relacionados aos casos mais graves de Acidente Vascular Cerebral (AVC), de acordo com um estudo recente. A pesquisa ressalta a relevância de ações preventivas para diminuir o impacto dessas condições na saúde pública. Publicado na revista Neurology, o trabalho aponta que certas condições e hábitos têm uma ligação mais direta com a gravidade do AVC.

A pesquisa, que analisou dados do estudo INTERSTROKE com mais de 13.000 pacientes de 32 países, revelou uma forte associação entre hipertensão, tabagismo e fibrilação atrial aos casos mais graves de AVC. Com base na escala de incapacidade funcional, os casos foram classificados como graves ou leves-moderados, destacando a importância de se focar na prevenção desses fatores de risco.

“O AVC é a terceira maior causa de mortes no mundo, e ocorre devido ao bloqueio ou rompimento de vasos sanguíneos cerebrais. O AVC isquêmico, que representa a maior parte dos casos, ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro é obstruído, geralmente por um coágulo. Já o AVC hemorrágico acontece quando um vaso sanguíneo se rompe, provocando sangramentos no cérebro”, explica o Dr. Victor Hugo Espíndola, neurocirurgião. A pesquisa reforça que, para reduzir os riscos, é fundamental adotar mudanças no estilo de vida.

“Manter uma dieta balanceada, reduzir o consumo de sal, praticar atividade física regularmente e gerenciar o estresse são medidas cruciais para controlar fatores como a pressão arterial elevada”, destaca Espíndola. Além disso, o reconhecimento precoce dos sinais de AVC e a busca por atendimento imediato são essenciais para a eficácia do tratamento. “Dificuldade na fala, fraqueza em um dos lados do corpo e confusão mental são sinais de alerta que exigem intervenção urgente. O tempo é um fator crítico para o sucesso do tratamento”, alerta o neurocirurgião. O estudo reforça a necessidade de uma abordagem preventiva e proativa para minimizar os fatores de risco, ajudando tanto na prevenção quanto na redução da gravidade do AVC.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade