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Mamografia: principal exame no rastreamento do câncer de mama

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O Outubro Rosa é um mês dedicado à campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Durante o período, diversas iniciativas são promovidas com o propósito de conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce. A mamografia continua sendo o principal exame para o rastreio desta doença que impacta a saúde das mulheres.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é responsável pelo maior número de óbitos entre mulheres no Brasil. Para o triênio de 2023 a 2025, o INCA estima que ocorrerão cerca de 704 mil novos casos anuais no país. O rastreamento é uma estratégia médica que consiste na realização de um teste ou exame em paciente aparentemente saudável com objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhá-la para investigação e tratamento.

Apesar da gravidade, a médica radiologista do Sabin Diagnóstico e Saúde, Nara Fabiana Cunha, ressalta as chances de cura, especialmente quando a doença é identificada em seu estágio inicial. “Quando o câncer de mama é detectado precocemente, as opções terapêuticas disponíveis demonstram ser mais eficazes e menos invasivas. Isso, por sua vez, contribui para um processo de recuperação mais rápido e menos impactante, beneficiando a qualidade de vida das pacientes. As chances de cura podem chegar a 95%”.

Considerado o exame padrão-ouro no rastreamento do câncer de mama, a mamografia é um exame de imagem que utiliza raio-X de baixa dose para identificar alterações antes mesmo que possam ser palpados. A técnica mais moderna, disponível no Sabin Diagnóstico e Saúde, é a chamada mamografia com tomossíntese ou mamografia 3D, uma tecnologia avançada que aumenta a eficácia na detecção de lesões.

Com a mamografia 3D, é possível capturar múltiplas imagens de diferentes ângulos e reduzir a sobreposição dos tecidos que compõem a mama, facilitando a visualização dos nódulos. “Estudos demonstram que esse exame aumenta em cerca de 30% a detecção da doença, assim como diminui a necessidade de reconvocações”.

Quando se trata do rastreamento do câncer de mama, a frequência recomendada é anual, ou de acordo com a orientação médica. A mamografia, conforme as diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), deve ser realizada a partir dos 40 anos.

“Um dado importante a ser considerado é que 41,1% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama têm menos de 50 anos, o que justifica a recomendação de iniciar a mamografia aos 40 anos no Brasil”, observa a médica.

Além dos exames específicos para câncer de mama, o ultrassom de mama, de tireoide e de abdome total, entre outros, também devem fazer parte da rotina de cuidados com a saúde da mulher. A frequência recomendada para esses exames também é anual, podendo variar de acordo com a orientação médica e a evolução clínica da paciente.

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